31 de Dezembro, o último da colecção de 2006.
Já pouco vale, pois dentro de poucas horas temos pela frente nova colecção. Mais moderna e – deseja-se – de melhor qualidade.
Segundo o «Jornal de Notícias», Gilberto Madail, presidente da Federação Portuguesa de Futebol, que não entende as declarações de Alípio Ribeiro, director nacional da Polícia Judiciária, ao jornal "Expresso".
O director da PJ afirmou que os órgãos disciplinares e jurisdicionais do futebol português "não têm colaborado" no combate à alegada corrupção desportiva e acrescentou que os órgãos desportivos "não podem alijar, continuamente, as suas responsabilidades para a Polícia e para os tribunais".
Pela parte que lhe toca, o presidente da Liga não quis comentar "O assunto é sério de mais para merecer comentários", afirmou Hermínio Loureiro. O presidente da FPF mostrou-se surpreendido e até incomodado com as frases de Alípio Ribeiro. "Não as entendo. Sempre colaborámos com as entidades judiciais assim que nos era pedido. Nunca pode ser dito que não colaborámos ou ajudámos", insistiu. Madail recusou, porém, divulgar que tipo de documentos foram entregues pela FPF à PJ ou a outras autoridades. E observou que a FPF não tem nem pode ter os meios mais eficazes para combater a alegada fraude no desporto.
Os centros e postos de saúde geridos pelos serviços sociais da administração pública, que em 2005 terão proporcionado mais de 10 mil consultas, vão ser encerrados. O Governo tomou esta decisão no seguimento de uma recomendação nesse sentido constante do relatório final elaborado pelo grupo de trabalho criado para preparar a fusão dos serviços sociais num único - denominado Serviços Sociais da Administração Pública (SSAP) - no âmbito do Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado (PRACE).
Está no Fotos do Tempo e reza assim:
Isto há profissões e profissões. Há aquelas que um tipo se desunha de sol a sol para conseguir um caldito para o jantar e há aquelas outras que nem é preciso assim tanto para umas fériasitas nas Caraíbas ou noutro sítio badalado.
A crise afinal não é para todos. Depois há também aqueles que se estão nas tintas.
Fala-se muito em Solidariedade, mas já me habituei que quem mais fala é sempre em sentido único.
Parece que há Gente Especial que nem se dá ao cuidado de alguma descrição neste mundo actual de miséria humana, social e mental.
Bem hajam os pobres de espírito porque deles não se fala.
Bom Novo Ano para todos.
POSTAL DE A.LEITÃO
O Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal/Assembleia Distrital de Setúbal inaugurará e apresentará a exposição e livro “Vertigem Azul”, da autoria de Carlos Sargedas, no dia 6 de Janeiro, pelas 16:30h
A exposição A exposição, constituída por cerca de 18 fotografias aéreas a cores de grande formato, sobre a cordilheira da Arrábida, ficará patente ao público até dia 27 de Fevereiro.
Segundo notícia do «Diário Digital» “O PS de Alenquer, que rompeu o acordo com a CDU após o chumbo ao orçamento pelo vereador comunista, vai reatar a coligação depois de o autarca ter viabilizado esta quarta-feira o documento, abstendo-se numa segunda votação da proposta.”
O secretário de Estado do Desporto revogou o parecer da Procuradoria-Geral da República, que considera ilegal o arquivamento do caso de doping de Nuno Assis. Se não alterar a decisão, a Federação Portuguesa de Futebol arrisca-se a perder o Estatuto de Utilidade Pública Desportiva.
Os médicos que trabalham muitas horas seguidas correm mais riscos de cometer erros, principalmente nos serviços de urgência, que são a «frente de combate» à doença, afirmou o bastonário da Ordem dos Médicos, corroborando um estudo sobre o tema.
O Governo, pela voz do primeiro-ministro, transmitiu ao País que os portugueses estão mais confiantes quanto ao futuro, mas não o provou, nem o conseguirá demonstrar.
Será que os aumentos previstos para o próximo ano nos bens essenciais serão o “prémio” para a confiança que José Sócrates diz que os portugueses revelam?
A vida dos portugueses – salvo muitas excepções, que segundo se diz estão ainda melhor – está cada vez mais complicada. Dizem os economistas, aqueles que trabalham com a análise dos números e fazem contas àquilo que a gente não ganha e ao que ganhamos durante o mês e que dá cada vez para comprarmos menos coisas.
Isto em português que se entenda, quer dizer que cada vez temos de perder mais tempo a fazer contas para que o ordenado chegue para o dia a dia.
Neste mês de Dezembro, com o Natal à porta, as famílias fazem os preparativos para aquilo que se convencionou chamar de Festas Felizes e compram-se as prendas para colocar no “sapatinho” dos mais pequenos e também no dos adultos, embora em muitos casos estes fiquem de fora da lista de contemplados pelo “Pai Natal”. Em muitos casos para os adultos fica reservado um par de meias, para que as crianças não se apercebam de que a crise está instalada no seio da família.
Em Dezembro, recebeu-se o décimo terceiro mês – os que receberam – e isso permite que contribuamos para que o comércio reanime a sua actividade que, dizem, está cada vez com mais problemas.
Mas porque a época é mesmo de Festas, é bom que nos deixemos embalar com a alegria e ilusão dos mais pequeninos, que, apesar de estarem a ser imbuídos num espírito consumista, vão alimentando o seu infantil espírito com o sonho das prendas que “pediram ao menino Jesus” e que regozijam quando, na noite da consoada – há alguns anos abríamos as prendas na manhã do dia de Natal – “descobrem” que o “Pai Natal” lhes ofereceu o(s) brinquedo(s) pedido(s).
Este mês de Dezembro, poderá também servir – já agora só depois da “Festa da Família” – para se fazer um balanço e para organizarmos as ideias para que nos preparemos para os dias difíceis que, contra nossa vontade, vamos ter de enfrentar, tendo como base o que nos dizem os governantes, porque, quando as crianças se fartarem das prendas, perceberemos que não temos condições para lhes comprar outra.
jorgesantos@reporter.online.pt
in semanário «Primeira Página»
O pavilhão de exposições da Associação Empresarial da Região de Setúbal (AERSET), em Brejos de Azeitão, poderá vir a tornar-se numa superfície comercial. A Câmara de Setúbal considera o projecto de grande interesse para o concelho e por isso aprovou, na última reunião pública, uma alteração do alvará de loteamento para permitir a construção de um parque de estacionamento.
Há tempos o PCP decidiu substituir três deputados e foi criticado por isso.
Quem criticou terá tido as suas razões para levantar a voz.
Agora é a vez do CDS-PP, um dos partidos que se mostrou crítico em relação à postura dos comunistas, de exigir ao deputado Nuno Melo que se demita da liderança parlamentar, por este ter pedido o regresso de Paulo Portas…
E o PS quando exigiu a demissão de um vereador da edilidade lisboeta?
Diz do «Diário de Notícias» deste sábado que “As compras de Natal não têm dado descanso aos cartões de débito e de crédito dos portugueses. Desde o início do mês que, em média, o dinheiro de plástico tem movimentado mais de 6,3 milhões de euros por hora. São quase 106.000 euros por minuto ou perto de 1.800 euros por segundo em dinheiro levantado nas caixas automáticas da rede multibanco e em compras nos terminais de pagamento automático.
Será uma demonstração de que andamos com velocidade superior ao que nos é permitido?
Jorge Santana, presidente do Vitória de Setúbal, revelou-se, esta manhã, bastante agastado com as notícias vindas a público sobre a penhora, ordenada pelo Supremo Tribunal de Justiça, de contas bancárias, passes de jogadores e autocarro do clube, devido a uma dívida de duzentos mil euros ao ex-jogador Kassumov, que, devido a juros de mora, ascende agora a quatrocentos e dez mil euros.
Notícia: Região de Setúbal Online
O município de Reguengos de Monsaraz anunciou que desmantelou, quinta-feira, a última barraca que ainda existia na cidade. «As pessoas concluíram as mudanças durante esta semana e estão já a residir nas novas moradias situadas na antiga Casa do Pessoal da CP», assegurou, em comunicado, a autarquia.
A cerimónia de entrega de chaves a 14 famílias carenciadas e que foram realojadas ocorreu no dia 10 de Dezembro, por ocasião do segundo aniversário da elevação de Reguengos de Monsaraz à categoria administrativa de cidade.
As referidas famílias foram realojadas em habitações constituídas por dois quartos, kitchenet e sala. As famílias têm a seu cargo rendas calculadas de acordo com a legislação para a habitação social.
Este realojamento integrou-se no âmbito do Programa Nacional de Luta Contra a Pobreza, teve a autarquia como entidade promotora, e a Fundação Maria Inácia Vogado Perdigão Silva (Instituição Particular de Solidariedade Social), enquanto entidade gestora, e permitiu concluir a segunda fase do processo de realojamento de famílias que vivem em barracas ou habitações degradadas no concelho. Com este projecto foi recuperado e reabilitado um bloco habitacional de 14 fogos, localizado a poucos metros da Estação da CP. Construídas na década de 20 do século passado, as casas destinavam-se ao alojamento dos ferroviários que ali, permanentemente, prestavam serviço, mas também aos funcionários dos caminhos-de-ferro que ocasionalmente pernoitavam em Reguengos de Monsaraz. Estas habitações, tal como a antiga estação da CP, foram transferidas há cerca de dois anos pela REFER para o património da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, que agora cedeu à instituição de solidariedade social o espaço destinado ao realojamento social.
In «Notícias Alentejo»
José Miguel Júdice pergunta, segundo o título do artigo que publica, esta sexta-feira, no «Público»: - Mudar o país ou de país?
Cá por mim, lhe respondo: - Esteja à vontade, doutor.
1 – IEFP: Desemprego registado aumentou 1% em Novembro
O número de desempregados inscritos nos centros de emprego do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) ascendia a 457.728 no final de Novembro, uma subida de 1% face a Outubro e uma quebra de 5,9% face a Novembro de 2005, informou esta quinta-feira o IEFP. No mês passado registaram-se 4.700 novos desempregados, uma média de 156,6 inscrições diárias ou de 223,8 se contabilizados apenas os dias úteis.
2 - Clima económico melhorou em Novembro, diz INE
O indicador de clima económico melhorou, em Novembro, mantendo o movimento de recuperação dos últimos meses, anuncia o INE na síntese de conjuntura referindo que a actividade económica, com informação disponível até Outubro, «melhorou também, embora sem se afastar do patamar em que se tem situado nos últimos meses».
Van Zeller, presidente da CIP-Confederação da Indústria Portuguesa diz, em entrevista a publicar na próxima terça-feira, pelo «Jornal de Negócios» que "não garante que o salário mínimo nacional chegue aos 500 euros em 2011".
Mário Lino, ministro dos Transportes e Comunicações, quer avaliar os pilotos de seis em seis meses, mas não tem em conta que os Governos são avaliados apenas de quatro em quatro anos.
No grande título da página 12, do «Diário Económico» desta quarta-feira, lê-se:
“Distâncias entre novas urgências foram mal calculadas”.
Logo a seguir pode ler-se: “O Regulador da Saúde e o INEM criticam a maneira como a comissão de requalificação das urgências calculou as distâncias no mapa”.
Teremos de fazer sempre asneira antes de se tentar fazer bem?
Não se testam as hipóteses?
A União dos Sindicatos de Lisboa inaugurou esta terça-feira a «Árvore de Natal mais pequena da Europa», depois de ter promovido um desfile natalício pela baixa lisboeta para protestar contra a situação económica e social do distrito.
“O presidente do CDS, Ribeiro e Castro, quer esvaziar a polémica em torno das declarações do líder parlamentar do partido, pelo que o desafio lançado por Nuno Melo ao presidente centrista ficará sem resposta. Pelo menos até Fevereiro”, revela o «DN» desta terça-feira.
Diz a TSF que os portugueses continuam a perder poder de compra em relação aos restantes povos comunitários. O valor do PIB per capita português em 2005 foi mesmo ultrapassado pelo de três países que aderiram à União Europeia em 2004.
O trissemanário «O Setubalense» edita esta segunda-feira um suplemento onde faz, com ditas personalidades da região, o balanço do ano de 2006 na perspectiva do que, na óptica dos inquiridos, constituíram os polos positivo e negativo.
Entre os inquiridos está Jorge Santana, presidente da direcção do Vitória de Setúbal que respondeu de forma sucinta, mas esclarecedora:
- “Ter sido eleito presidente do Vitória Futebol Clube”
- “Não ter ganho a Taça de Portugal”.
Um sopro na justiça
Maria José Morgado foi designada para resolver o imbróglio do "apito": o objecto que não é dourado por prestígio mas sim por dar brilho a sacanices várias.
A nova responsável pela investigação diz, com todas as letras: "Temos que apresentar resultados". Raramente isso tem acontecido. Esperemos que agora as coisas melhorem. E que este caso seja um indício para um melhor funcionamento da Justiça. Há muito que esperamos resultados. O "apito dourado", para dar o exemplo, precisa de um valente sopro.
Terá Maria José Morgado fôlego para esta empresa?
Esperemos que sim.
José Teófilo Duarte
Os portugueses estão a usar menos o cartão de crédito no Natal deste ano do que em 2005, preferindo pagar os presentes com o cartão de débito, indicam os movimentos efectuados com o "dinheiro electrónico" nos primeiros dez dias de Dezembro.
Notícia «DN»
Pague - mas não use - o Serviço Nacional de Saúde
1. Em vésperas de Natal, a Administração Regional de Saúde de Évora imbuiu-se de criatividade e resolveu presentear os seus indefesos utentes com um "baralhar e tornar a dar" médicos de família. Casos houve de pessoas que apareceram para uma consulta, marcada tempos atrás, para serem surpreendidas - sem a decência de um pré-aviso - com a frase "Já não tem médico"!
Assim, durante dias a fio, foi possível assistir a intermináveis filas de gente mais ou menos carregada de mazelas (sofridas pelas longas horas de espera) e de papelada, para a reconstituição dos processos. Na Era da Informática!
Apesar desta demonstração de desrespeito pelos 'clientes', fica, contudo, registada a empatia de - alguns - funcionários dedicados ao atendimento, apesar do prolongamento do seu horário, na tentativa de minorar o impacto negativo deste grandioso 'Plano de Natal'.
Esperemos que, disto, algum bem venha ao mundo.
2. Perguntas indiscretas: Alguém me explique, por favor - como se eu tivesse quatro anos - por que é que os utentes se sentem 'empurrados' para os consultórios particulares dos médicos aos quais têm direito no hospital? Porque ganham em simpatia no atendimento e prontidão na marcação? Porque, lá, os Srs. Doutores são pontuais? Porque até fazem o favorzinho de passar as credenciais para os descontos, quando vestem a outra 'pele'?
Se não tem trocos, tem multa
Louvemos agora o empenho zeloso dos funcionários do Sistema Integrado de Transportes e Estacionamento de Évora - Empresa Municipal, na elevada missão de fiscalizar o estacionamento, sete dias por semana.
Que lhes importa se, para dezenas de parquímetros, existem zero máquinas de trocos? O que vale é aplicar multas, e no cobarde estilo 'toca-e-foge'. E estar particularmente atento a dias especiais, nos quais se esperam vítimas incautas - como os Sábados, ou os dias das Matrículas na Universidade. Nestes últimos, 'eles' organizam-se militarmente: a carrinha chega de rompante, juntam-se três ou quatro a combinar rapidamente a estratégia, e é vê-los cheios de alegria no trabalho a calcorrear rua abaixo... e enquanto o diabo esfrega um olho, ei-los que partem, deixando o sinal amargo da sua - nada fortuita - passagem, preso ao limpa-pára-brisas da frente.
dav.praz@gmail.com
Os adeptos do futebol que vivem na nossa região estão, desde há muitos anos, habituados a verem bons jogos, embora a classificação da sua equipa de afeição nem sempre tenha sido a melhor.
Referimo-nos ao Vitória Futebol Clube, que alguém, um dia, decidiu que oficialmente o velho clube passasse também a ser designado por Vitória de Setúbal.
Dos tempos áureos do Vitória ficam na memória os nomes de muitos jogadores, alguns deles hoje dirigentes das Velhas Glórias, mas todos ainda recordam as tácticas de Fernando Vaz, Pedroto, Manuel de Oliveira, Allisson, entre outros, como por exemplo Carlos Cardoso, Fernando Tomé, Manuel Fernandes e Quinito, estes últimos conhecedores da mística do clube que serviram como jogadores.
Mas se os treinadores fizeram história e deixaram um rasto de fama no futebol praticado pelo Vitória, convém não esquecer que aqueles técnicos comandavam jogadores que eram cobiçados pelos grandes clubes e que deixaram também marca nas selecções nacionais.
Com a contenção orçamental que desde há muitos anos orienta a vida do mais popular clube ao Sul do Tejo, tem-se procurado evitar gastos, e a equipa ressente-se dessa política.
Jogadores que quase ninguém conhece têm vestido a camisola do Vitória e como fruto de certas escolhas verificamos que nas listas de melhores marcadores e de melhores jogadores raramente – muito raramente – aparece o nome de um atleta do clube.
Não é preciso saber de técnicas nem de tácticas para ver que o futebol praticado pelo Vitória não tem beleza, nem tem o que os entendidos chamam de “fio de jogo”. E isto não se deve à falta de experiência dos treinadores que ultimamente têm assumido o comando da equipa, mas sim à falta de qualidade da esmagadora maioria dos jogadores que semanalmente entram em campo, independentemente de se reconhecer a voluntariedade desses mesmos atletas.
Sabe-se, por isto, que Carlos Cardoso tem pela frente a ingrata tarefa de remendar o buraco deixado pelo anterior técnico.
jorgesantos@reporter.online.pt
(Publicado em 15.12.2006 no semanário «Primeira Página»
“Pelo menos quatro tenentes-generais da Força Aérea , incluindo o actual Vice-chefe, pediram a passagem à reserva após a nomeação do novo Chefe do Estado-Maior (CEMFA), tenente-general Luís Esteves Araújo, soube a Lusa de fontes militares”.
O Ministério da Agricultura vai dispensar 3.500 funcionários, ficando apenas com 7.000.
Como cada vez temos menos agricultura, não será mais fácil acabar já com o Ministério?
Sempre era menos um ministro.
É que todo o Governo fala em cortes e assim sempre se ficava com a certeza que todos os sectores contribuem para o corte nas despesas.
Os jornais dão-nos conta de que “tractores matam mais em Bragança do que acidentes de viação normais”.
Isto ficar-se-á a dever ao grande desenvolvimento da agricultura em Trás-os-Montes?
Há uma doença que afecta o sistema nervoso e impede que o cérebro seja informado de que o indivíduo tem dor.
Segundo foi noticiado, em Portugal, apenas um indivíduo sofre dessa doença.
Será o primeiro-ministro?
A Comissão Nacional de Combate à Desertificação propôs ao Governo criar a figura do Provedor do Interior que, tal como o da Justiça, tenha capacidade legal para interpelar instituições e fazer sugestões.
Victor Louro explicou à TSF que "a ideia é que este órgão possa sugerir critérios próprios para as regiões desertificadas, para que estas não sejam desagregadas neste jogo de subsídios".
Durante 2006, a comissão realizou várias acções de sensibilização em universidades, junto de populações e escolas, envolvendo também membros do Governo e especialistas em desertificação. 2006 foi o ano internacional dos desertos e desertificação.
Os dados mais recentes indicam que o fenómeno da desertificação atinge cerca de um terço do território nacional.
Texto: «NotíciasAlentejo»
Sabe sempre bem “viajar” através da objectiva de A.Leitão, no Fotos do Tempo.
O Governo começou, há algum tempo, a falar da implementação de um conceito de relações de trabalho, dando como exemplo o que se passa lá para o Norte da Europa.
As opiniões começaram a chegar e chega-se à conclusão que se há flexibilidade esta assenta na opinião.
'Lutar contra a pobreza é lutar contra terrorismo'
Tendo como lema que há temas que não devem ficar limitados apenas à notícia, a Rádio Pal está a promover um conjunto de debates que visam abordar temas que merecem toda a atenção de autarcas, entidades públicas e privadas, bem como da população em geral.
Exemplo disso é o segundo debate a ser promovido pela Rádio Pal (102.2 FM) com vista a debater o tema da despenalização do aborto.
Assim vai ter lugar no dia 14 de Dezembro, pelas 21 horas, na Biblioteca Municipal de Palmela, no Largo de S. João, um debate público que contará com diversas organizações que se têm manifestado contra e a favor da interrupção voluntária da gravidez.
O PSD-Madeira é aliado de todas as forças que combatem o actual Governo da República liderado por José Sócrates, afirmou Alberto João Jardim à saída do Conselho Regional do partido. Ao mesmo tempo, reiterou que não se demitirá da presidência do Governo Regional.
Morais Sarmento não é figura que – a nosso ver – mereça grande admiração, mas sempre vai arranjando coragem para dizer coisas…
Aqui encontramos algumas tiradas com relativo interesse.
Fernanda Câncio
fernanda.m.cancio@dn.pt
Se estivesse grávido e atravessasse um momento de dificuldade ou dúvida sobre a gravidez, quereria abortar ou ajuda para levar a gestação a termo? A pergunta só pode ser retórica: toda a gente sabe que um homem grávido só pode querer dar à luz. Estão a ver o furor planetário, a chuva de talk shows, donativos e parangonas, a fama instantânea? Quem é que no seu juízo perfeito optaria pelo aborto?
Isto sem esquecer, é claro, a alegria da, como chamar-lhe, pater-maternidade? Claro que, todos sabemos, isto não pode ser, pelo menos por enquanto. Quer dizer: todos, não. Há sempre gente que resiste, há sempre gente que diz não. São, precisamente, as pessoas portuguesas da Plataforma do Não, que se apresentaram esta semana com uma sondagem de três singelas perguntas, qualquer delas, assim como as opções de resposta, um prodígio de manipulação.
A primeira pergunta é a já citada, sendo que a ficha técnica da sondagem (ver em www.nao--obrigada.org/sondagem) especifica que o universo de respondentes consistiu "nos residentes portugueses com 18 ou mais anos". Incluindo homens, portanto, que foram questionados sobre o que fariam se estivessem "grávida". Parece a brincar, mas não é. As pessoas que encomendaram esta sondagem estão muito a sério. E felizes com o facto de entre três possíveis respostas - "Ser encaminhada para uma clínica onde lhe fizessem o aborto de imediato e sem risco para a saúde"; "Que o aborto fosse livre para poder abortar sem ser crime" ou "Ser ajudada e apoiada a manter a gravidez e poder manter o bebé" - a maioria, 75,6%, ter escolhido a última.
A pergunta não é, note-se, sobre "não querer a gravidez". É sobre "dúvidas". Não fala em prazos. Não fala sobre perseguição penal ou sobre o que deve acontecer às mulheres que abortam. Nenhuma das perguntas o faz. Nenhuma incide sobre o que está em causa no referendo de 11 de Fevereiro: despenalizar a interrupção da gravidez até às dez semanas.
Talvez não deva surpreender que haja quem encomende uma sondagem assim. Mas que um centro de sondagens que se apresenta como de referência - o da Universidade Católica - aceite fazê-la e a assine é um pouco chocante. Talvez se deva então assinalar um novo tipo de centros de sondagem. Os "de tendência".
A música alusiva à quadra natalícia preenche a programação cultural no concelho de Sesimbra em Dezembro. Até ao final do mês estão agendados oito espectáculos que contam com actuações da Orquestra Metropolitana de Lisboa, do Ensemble Voct ou do Coro Gregoriano de Lisboa. No próximo sábado, a Escola Básica 1 da Quinta do Conde vai receber o Coro Polifónico de Almada e no domingo, é a vez do duo composto pela soprano Ana Paula Russo e pelo guitarrista argentino Carlos Gutkin apresentar um recital na Capela do Espírito Santo dos Mareantes. A Igreja de Santa Maria do Castelo ou a Igreja Matriz de Santiago são também palcos abertos à música de Natal.
Merece a pena ler a opinião de Pedro Coelho, jornalista da SIC:
Passava das dez da noite quando o pequeno avião pôde descolar da Portela. A SIC fretara o aparelho à Air Luxor para cinco jornalistas e muito material. Seguimos para os Açores, para a cobertura do acidente aéreo em S. Jorge, que matou 35 pessoas em Dezembro de 1999.
O jacto da SIC abanou a viagem inteira. Em Ponta Delgada saíram três passageiros, os outros dois seguiram para a Terceira. Terão sido os piores 40 minutos que tive em 40 anos. O piloto foi incapaz de evitar o impacto de uma nuvem carregada de água e o jacto perdeu o norte, tendo iniciada uma descida descontrolada. Parou a tempo de não termos nós a mesma má sorte dos 35 passageiros da SATA.
Sempre que volto a entrar num avião em dias de tempestade hesito; mas de que me serve hesitar?
Em Setembro de 1999, os estrangeiros que estavam em Timor-Leste a acompanhar a crise que se seguiu ao referendo da independência, saíram em bloco da ilha. As autoridades deixaram de conseguir protegê-los. Ficaram quatro jornalistas portugueses: Jorge Araújo, Luciano Alvarez, José Vegar e Hernâni Carvalho. Se não tivessem ficado, quantos dos mais frágeis teriam sobrado para contar o fim da história?
Em Abril de 2003, a 80 quilómetros de Bagdade, um despiste foi fatal para três dos ocupantes de uma viatura que seguia numa coluna em direcção à capital do Iraque. O único sobrevivente é português e chama-se Rui. O Rui do Ó é jornalista. Os dois mortos eram argentinos, igualmente jornalistas e amigos do repórter de imagem da SIC. Como se sobrevive a uma tragédia destas?
Em Novembro do mesmo ano, Rui do Ó regressa ao Iraque. Na mesma estrada, o carro onde seguia despertou a atenção de um grupo de guerrilheiros. Foram disparados tiros. Uma jornalista portuguesa, Maria João Ruela, também da SIC, foi atingida. Carlos Raleiras, da TSF, foi raptado. Rui do Ó gastou mais uma vida. Salvou-se.
Aurélio Faria e Luís Pinto, ambos da SIC, escaparam fisicamente ilesos a diversos disparos que lhes estavam destinados. No Afeganistão, em 2001.
Em 1997, no Zaire, Paulo Camacho e Renato Freitas, da SIC, filmaram uma troca de tiros e resistiram, para contar a história.
Cândida Pinto e José Maria Cyrne integraram-se num pelotão inglês no Iraque em 2003. Foram soldados, semanas a fio.
Esta lista, das sortes da guerra, deveria ser muito mais dilatada e ultrapassar muito mais o universo da SIC. Os factos apresentados servem para confirmar os "privilégios" dos jornalistas.
Estive na guerra em Junho de 91. Atravessei sozinho, de gravador e microfone, um país que não o era, a desmantelar-se. A Jugoslávia. Nunca mais tive ganas de voltar à guerra.
Por que vamos? Perguntarão muitos. E se não fôssemos? Quem contaria a história? Provavelmente, apenas os vencedores.
O conflito do Darfur matou milhares de pessoas, porque, sem jornalistas presentes, o mundo inteiro fechou os olhos à barbárie.
Quem conseguiu mobilizar a opinião pública norte-americana e acabar com o envolvimento dos EUA no Vietnam?
Quem conseguiu mudar a opinião pública norte-americana relativamente à guerra do Iraque?
Em situações limite, quando um jornalista morre, é ferido, preso ou raptado em "combate", seja dentro ou fora do país, Portugal, e o Governo, mobilizam-se.
Esquecemos, todos, a nossa imensa tribo incluída, os dramas e os esforços muito perto do irracional porque vamos passando no quotidiano.
E são tantas as vezes em que o quotidiano dos jornalistas se faz de situações-limite.
Temos família, amigos, afectos. Temos vida, que a realidade usurpa.
Para extinguir a Caixa dos Jornalistas, o Governo assume que o faz não por razões financeiras, mas porque não pode haver classes privilegiadas.
Os jornalistas devem ser solidários com a Segurança Social, mas a Segurança Social não pode, no entender do executivo, ser solidária com as especificidades da classe.
Numa lógica soviética integramos todos o pacote dos desprivilegiados. Lógica soviética, certamente: porque também na antiga URSS haveria sempre alguns que conseguiam escapar ao nivelamento por baixo. E infelizmente nós, em Portugal, sabemos quem eles são.
Pedro Coelho
Revela o «Diário Económico» que os especialistas em economia dizem que a subida do salário mínimo não prejudica o emprego, mas duvidam da sua eficácia no combate à pobreza.
O Ordenado Mínimo Nacional atingirá os 500 euros daqui a cinco anos, segundo o entendimento entre Governo, patrões e sindicatos.
Os trabalhadores a quem o vencimento mensal não chega para todo o mês, “podem” agora sonhar com uma luz ao fundo do túnel…
É verdade. Não acredito.
Mau. Mas se é verdade, eu não acredito?
Reconheço que estou baralhado. E esta confusão resulta da leitura do título da entrevista de José Manuel Fernandes, director do «Público» que o «Jornal de Negócios» revela esta terça-feira.
Diz o rapaz que no «Público» “estamos hoje mais atentos ao Correio da Manhã”.
Será que a queda nas vendas do matutino da Sonaecom terá a ver com uma eventual modernização do «Correio da Manhã» ou com a falta de perspectiva dos seus editores?
Joaquim Raposo, líder socialista da Federação da Área Urbana de Lisboa (FAUL) suscitou que Jorge Coelho seja o candidato do PS à Câmara Municipal da capital, mas o ex-dirigente socialista não hesita em afirmar que só é candidato a “Viver. E viver bem”.
A sétima edição da Feira do Montado terminou domingo em Portel. Cerca de 70.000 visitantes, segundo a organização, passaram pelo certame, que este ano contou com 250 expositores, numa área de 10.000 metros quadrados.
A barragem de Alqueva está quase a atingir a capacidade máxima de armazenamento. De acordo com os dados disponibilizados na página da Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas de Alqueva (EDIA) faltam quarenta centímetros para a cota máxima que é 152 metros o que "poderá acontecer nos próximos dias, caso chova", segundo notícia do «NotíciasAlenejo».
O maior lago artificial da Europa atingiu níveis de armazenamento idênticos em Junho de 2004. De acordo com a EDIA, "a chuva dos últimos dois meses fez subir o nível de água da albufeira em cinco metros". Em Outubro, Alqueva estava na cota 143,5.
Para os próximos dias, o Instituto Nacional de Meteorologia prevê para o Alentejo queda "de precipitação fraca" que deverá ocorrer segunda e terça-feira.
De acordo com o relatório meteorológico de Novembro do INM, tal confirma que este "é o Outono mais chuvoso dos últimos 66 anos em Elvas e Portalegre".
Os dados oficiais revelam que os valores de precipitação registados durante o Outono de 2006 são "180 por cento superiores à média de referência, entre 1961 e 1990".
Má moeda
Gaia está a fabricar um novo líder para o PSD. Menezes convidou o santanista Rui Gomes da Silva para animar um concorrido jantar. O ex-ministro de Santana Lopes botou discurso: "Hoje, começa aqui uma nova etapa. Temos dois anos para preparar o que vamos dizer aos portugueses na campanha eleitoral". Disse ainda que, para além do que ganha eleições, há o partido "dos intelectuais, que não gostam de ir a almoços porque não gostam de estar com muita gente, dos que gostam de estar em S. Caetano (à Lapa, sede do partido). "Se calhar, há dois PSD", conclui. No jantar nortenho ninguém parece ter percebido que não é por aqui que o PSD vai lá. E o outro PSD, o dos intelectuais que não gostam de confusões, já percebeu o que tem a fazer? Uma coisa é certa: a má moeda de Gaia não vai entrar no mealheiro de Cavaco. Assim, desta maneira, o governo do Presidente vai continuar a ser outro. Pelos vistos, por muito mais tempo.
JTD
Bazar Utilidades
O Cardeal Patriarca de Lisboa diz que a Turquia pode dar "muito jeito" à União Europeia.
Finalmente percebemos a utilidade de Istambul para a velha Europa: electrodoméstico de uso prático.
Deve dar muito jeito para arrumar a casa desta família que cresce de dia para dia. Não se esqueçam é do talão de garantia. Também dá jeito tê-lo à mão.
JTD
O Presidente da República marcou o referendo sobre Interrupção Voluntária da Gravidez para 11 de Fevereiro.
A Rádio Renascença já tomou posição pelo Não.
Por aqui, como é evidente, tomamos posição pelo Sim!
O Dia de S. Francisco Xavier é assinalado no domingo, em Setúbal, com um programa enriquecido pelo facto de estar integrado nas comemorações do quinto centenário do nascimento do padroeiro da cidade do Sado, celebrado a nível nacional.
Às 11 horas, é inaugurada uma exposição nos claustros do Instituto Politécnico de Setúbal, que fica patente até 17 de Dezembro, de segunda a sexta-feira, das 14h às 17:30 hoas.